A segunda fase das oficinas de qualificação sobre implante do Implanon no SUS já começou. O objetivo é capacitar 11 mil médicos e enfermeiros em 32 treinamentos pelo país, com foco em municípios com menos de 50 mil habitantes. O ciclo de capacitação já passou por Vitória (ES), João Pessoa (PB) e Recife (PE), ampliando o acesso ao implante contraceptivo subdérmico de etonogestrel na rede pública.
Essas oficinas são presenciais e funcionam de forma teórica e prática com uso de simuladores anatômicos (é um equipamento que reproduz com precisão a pele e o tecido subcutâneo, o que permite que médicos e enfermeiros pratiquem a colocação do implante), supervisionada por facilitadores do Ministério da Saúde.
Essa etapa de capacitação faz parte da estratégia de implementação do Implanon no SUS, com foco na qualificação dos profissionais para inserção, retirada e manejo de intercorrências do implante.
O treinamento também reforça a atenção integral em saúde sexual e reprodutiva, abordando direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, prevenção de violências na atenção primária e informações sobre todos os métodos contraceptivos disponíveis no SUS.

Foto: João Risi/MS
O Implanon é um pequeno implante subdérmico que libera hormônio para evitar a gravidez por até três anos. No SUS, o método está disponível para adolescentes e mulheres a partir de 14 anos, com inserção realizada por profissionais capacitados, garantindo segurança e acompanhamento adequado.
O treinamento de profissionais para a inserção do Implanon é essencial para a saúde e autonomia das mulheres. Pois ele garante que médicos e enfermeiros saibam aplicar, retirar e manejar possíveis intercorrências do implante, oferecendo um atendimento seguro e de qualidade.
FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE


