Apesar do nome difícil, a doença é uma micose causada pelo fungo sporothrix que causa lesões cutâneas que podem se manifestar como ‘caroços’ no corpo e podem evoluir para úlceras abertas e com secreções, são feridas de difícil cicatrização e que costuma se espalhar por todo o corpo.

Foto: Reprodução Google
Um dos principais transmissores da doença são os gatos, mas eles não são os únicos animais que podem ter o vírus da doença.
O tratamento da doença é feito com medicamentos antifúngicos e dura três meses.
Segundo a Sesab, a Bahia sofreu um aumento nos números de casos da doença confirmado em humanos, em 2021 foram registrados cerca de 269 casos, 2024 teve 996 confirmados e em 2025 foram 951. De acordo com o G1 Bahia, até março de 2026 já são 98 casos.
Como evitar a doença
Castrar o gato e evitar fugas;
É necessário que os tutores dos animais evitem que os seus pets saem para “passeios” nas ruas desacompanhados – evitando assim que o animal se estranhe com outro e acabe se machucando e ficando contaminado;
Verificar regularmente a pele do animal;
Evite o contato com animais contaminados
Atenção
A doença tem tratamento tanto para o humano quanto para o animal.
Abandono e maus tratos aos animais é crime e se configura na lei nº 9.605/1998
FONTE: G1 BAHIA


