A Feira Internacional de Iniciação Científica (FENIC) acaba de divulgar a lista dos projetos selecionados para participar da sua 2ª edição, que acontece nos dias 11, 12 e 13 de dezembro, na Escola SESI Djalma Pessoa, em Piatã, Salvador. Dessa forma, promovida pelo SESI Nacional, em parceria com o SESI Bahia, a feira integra a programação do II Festival SESI de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). Portanto, tendo como objetivo incentivar a produção científica na educação básica e no ensino técnico. A ação estimula a criatividade, a inovação e o protagonismo de jovens estudantes.
Assim, a lista com os projetos finalistas e as orientações para as equipes e orientadores está disponível neste link.
Nesta edição, a FENIC atingiu um recorde de 685 projetos inscritos, dos quais 150 foram selecionados para compor a mostra, incluindo 10 projetos internacionais. São seis do Paraguai, um da Argentina, um do Chile, um da Colômbia e um do Equador. Atualmente, o resultado reflete o crescimento e o alcance da feira, que desta vez ampliou o número de trabalhos participantes, superando os 120 selecionados na edição anterior. Assim, a meta é ampliar o número de iniciativas que demonstrem força, diversidade e o potencial transformador da ciência.
Sobre a FENIC
Atualmente, a FENIC é uma das feiras científicas nacionais credenciadas da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), a maior do país, realizada na USP há mais de 20 anos. Com sede na capital baiana, a FENIC tem como público-alvo estudantes do 9º ano do ensino fundamental à 3ª série do ensino médio e técnico, com idades entre 12 e 21 anos.
Por isso, entre seus principais objetivos, estão o desenvolvimento do letramento científico por meio de projetos de pesquisa inovadores. Assim, nas áreas de Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens, Matemática e Engenharia. Além disso, há difusão do conceito STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics) enquanto ferramenta para o fortalecimento de competências essenciais do século XXI. Entre elas, o pensamento crítico, criatividade e colaboração. Também há o engajamento de professores em práticas pedagógicas inovadoras. Juntamente, a contribuição para a melhoria dos índices educacionais na Bahia, a partir do fortalecimento da cultura científica.
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