O o valor foi referente aos três meses em que o motorista por aplicativo esteve confinado no reality show. Segundo Joyce, a equipe de profissionais voluntários de Davi não foi remunerada conforme o serviço prestado.
“Ele deu um ‘guaraná’. E aí ele falou que foi um contrato voluntário — porque existiu, sim, um contrato voluntário”, disse.
Ela apontou, porém, que Raquel Brito, irmã de Davi, garantiu que todos seriam pagos.
“Foi prometido por Raquel que ia ser pago um valor que o Davi ia estipular. A gente entende que foi um contrato voluntário, todo mundo trabalhou e fez porque quis”, ressaltou Joyce, antes de continuar: “Mas, durante o processo, Raquel prometeu e criou uma expectativa nas pessoas de que [Davi] ia pagar. Ela disse que tinha um caderno com o nome de todo mundo e o valor a ser pago. Ela sempre falava ‘ai, não vejo a hora disso acabar, Davi sair e pagar a gente’.”
Os voluntários chegaram a ser convidados para uma festa de Davi, mas não puderam fazer uma foto ao lado do campeão do BBB 24.
“A festa dos ADMs foi uma festa privada, não podia ter acesso ao celular. Nem gravar nada nem postar nada”, completou Joyce.
Fonte: A Tarde
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