A administração do condomínio do prédio de luxo onde dois homens morreram após a queda de um elevador, em Salvador, informou, nesta sexta-feira (15), que a última avaliação, feita no dia 9 de novembro, validou a segurança do equipamento. Ainda não há detalhes sobre o que causou a queda do elevador.
As vítimas, Ariston de Jesus Santos, de 61 anos, e Manoel Francisco da Silva, de 54, faziam uma mudança em um dos apartamentos do edifício, quando o elevador despencou do sexto andar, pela manhã. O residencial onde a situação aconteceu é o Splendor Reserva do Horto, que possui 21 andares e fica no Horto Florestal, bairro nobre da capital baiana.
Por meio de nota, a administração do Splendor Reserva do Horto disse que os quatro elevadores, sendo dois sociais e dois de serviço, localizados no condomínio, passam mensalmente por avaliações periódicas e processo de manutenção preventiva , realizadas exclusivamente pela Atlas Schindler.
Segundo a empresa responsável pela manutenção, as avaliações “estavam em perfeitas condições de operação no momento do ocorrido”.
A administração do condomínio falou ainda que, o comentário técnico disposto no último laudo, que determinou que a correa do operador de porta estava solta, segundo informação da própria Atlas Schindler ao condomínio, refere-se ao serviço que foi realizado nesta visita e não se relaciona com risco de queda.
A nota também informou que o condomínio está prestando todos os esclarecimentos necessários à autoridade policial e aguarda a conclusão da perícia conduzida pela Polícia Civil da Bahia e pela própria Atlas Schindler para identificar a causa do acidente.
Procurada pela produção da TV Bahia, a Atlas Schindler disse que as causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades.
Os corpos de Ariston de Jesus Santos e Manoel Francisco da Silva foram sepultados nesta sexta-feira no Cemitério Bosque da Paz.
De acordo com familiares, houve uma troca dos corpos no Instituto Médico Legal (IML) e isso atrasou o sepultamento.
Fonte: G1
Foto: Daniel Aloísio

