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1º Seminário Nordestino de Trilhas fortalece turismo baiano

1º Seminário Nordestino de Trilhas, realizado em Paulo Afonso, discutiu ações para reforçar o turismo na natureza

trilhas
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O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) marcou presença nos dois dias do 1º Seminário Nordestino de Trilhas, realizado em Paulo Afonso (BA). O evento aconteceu noss dias 17 e 18, reunindo gestores públicos, comunidades locais, voluntários e pesquisadores de diversas regiões do país. Juntos, debateram ações e estratégias voltadas ao fortalecimento das trilhas de longo curso no Nordeste.

Inspirado e alinhado com os princípios da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso, este seminário fortaleceu a integração regional entre trilhas já existentes e em implementação. Além disso, discutiu boas práticas de manejo, sinalização, governança e sustentabilidade. Ademais, valoriza  a biodiversidade, patrimônio cultural e comunidades locais. Por fim, também promove o ecoturismo e o turismo de base comunitária como ferramentas de conservação e geração de renda.

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Trilhas: ecoturismo sustentável

“As trilhas de longo curso têm um papel fundamental ao conectar unidades de conservação, gerar oportunidades de renda para as comunidades locais, fortalecer a conservação ambiental e impulsionar o turismo sustentável. A Bahia vem contribuindo de forma ativa para o avanço dessa política pública, fomentando e implementando trilhas de longo curso em diversas regiões do estado. Atualmente, já temos trilhas em processo de criação e implantação, com o apoio do Inema e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), fortalecendo o desenvolvimento dos territórios e a valorização do nosso patrimônio natural”, explicou o coordenador de Unidades de Conservação (UC) do Inema, Mateus Camilo.

“Foram realizados painéis, trocas de experiências e debates sobre gestão de trilhas, conectividade territorial e conservação ambiental. Ficou claro que o Inema busca articular outros atores (turismo, municípios, comunidade local) para valorizar os territórios, gerar benefício socioambiental e respeitar a biodiversidade, visão fundamental para quem lida com conservação”, acrescentou Mateus.

Foto: Ludmille Nazaré/Sema