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Fertilidade: Especialistas alertam para o risco do jejum intermitente para quem deseja engravidar

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Com a ‘era da magreza’ novamente em alta, cada vez mais pessoas vem aderindo a técnica do jejum intermitente, as pessoas vem sentindo um desejo para alcançar o corpo ideal e acaba que agora até mesmo mulheres que se denominam como ‘tentantes’ vem entrando na era do jejum intermitente.

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Foto: Divulgação

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Apesar de trazer benefícios para mulheres que têm o desejo de engravidar, tem casos em que pode trazer risco à vida hormonal dessa mulher, especialistas vêm alertando que essa prática pode alterar o funcionamento hormonal, consequentemente afetando a fertilidade

Essa prática pode impactar na alteração hormonal, ciclo menstrual e a saúde reprodutiva quando feita sem acompanhamento médico.

Devido ao longo tempo em jejum alguns dos efeitos colaterais mais conhecidos são a redução dos níveis de açúcar no organismo e alterações hormonais que podem influenciar diretamente o funcionamento reprodutivo.

De acordo com a médica Isa Rocha, especialista em reprodução humana, os impactos do jejum intermitente precisam ser analisados com cautela, principalmente para as mulheres que desejam engravidar.

“Estamos falando de uma prática que mexe diretamente com hormônios importantes para o funcionamento do corpo como um todo. Quando o foco é fertilidade, esse impacto precisa ser observado com ainda mais cuidado”, explica a doutora Isa.

 

Mulheres tendem a sofrer mais efeitos

Segundo os especialistas, o jejum intermitente afeta tanto homens quanto as mulheres, porém para o lado feminino a resposta do organismo é mais sensível, podendo piorar conforme a quantidade de tempo e dias em restrição alimentar.

Ainda mais quando esse jejum afeta diretamente a ovulação, alterando hormônios como o estrogênio, progesterona, LH e FSH. Que consequentemente afeta o ciclo menstrual e podendo por vezes apresentar a suspensão desse ciclo.

“Se o corpo entende que está sob algum tipo de ameaça ou escassez, ele naturalmente prioriza a sobrevivência. A ovulação pode ser impactada nesse processo”, afirma a especialista.

 

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