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Jammil comemora 25 anos com novo vocalista e revisita sucessos

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E lá se vão bem mais que mil e uma noites desde que a banda Jammil (oficialmente Jammil e Uma Noites) lançou seu primeiro álbum. Neste mês de janeiro, completam-se 25 anos desde que “Tanta Coisa Mudou” de fato mudou a vida dos integrantes.

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A banda surgiu após o vocalista Tuca Fernandes, 57, o baixista Manno Góes, 51, e o guitarrista Beto Espínola, 49, deixarem o Jheremmias Não Bate Corner, na qual já tocavam juntos. Góes e Fernandes são responsáveis por criar um dos maiores sucessos do axé de todos os tempos, “Milla” (sim, a do verso “mil e uma noites de amor com você”).

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Do trio inicial, apenas Góes segue ligado à banda atualmente, nos bastidores. Fernandes deixou a formação em 2011, sendo substituído por Levi Lima, 39, que por sua vez decidiu sair da banda em meados de 2020. Foi nesse ano que Rafael Barreto, 36, recebeu uma ligação fazendo um convite que ele nunca imaginou: assumir os vocais do Jammil.

Ao F5, ele diz que foi apresentado ao empresário Paulo Borges, que gerencia a banda, por um amigo em comum. “Ele mandou o meu material e Paulo gostou do meu trabalho, perguntou de onde eu era e disse que queria me conhecer”, diz. Na época, ainda não havia uma vaga de vocalista na banda. “Ele queria ver se fazia algum trabalho comigo paralelo ao Jammil, porque de fato o Levi ainda estava na banda”, lembra. “Daqui a pouco ele me ligou e disse que queria que eu assumisse a banda. Tive aquele choque positivo, mas falei: ‘Vamos nessa!’.”

Porém, apesar de ser baiano, o artista estava morando em Belo Horizonte. A ideia era que ele viajasse em uma semana para assinar o contrato, mas a pandemia de coronavírus aconteceu. “Três dias depois, ele me ligou dizendo que os aeroportos tinham fechado”, conta. “Fiquei meses esperando, até voltarem a liberar os aeroportos.”

A espera, no entanto, valeu à pena. Barreto diz que sempre foi fã do Jammil (“foi pontuando vários momentos na minha adolescência e na minha infância”) e que se sente honrado de estar à frente da banda em uma data tão especial. “Para mim, é um misto de sensações e de sentimentos”, avalia. “Sinceramente, eu não imaginava que ia estar à frente de uma banda com tanta história. Está sendo surreal. Os 25 anos do Jammil representam muito, não só para mim, mas para todo mundo que vive o Carnaval.”

Redação BNews

Foto reprodução Instagram

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