Um bebê recém-nascido que sofreu um quadro grave de saúde conseguiu se recuperar e os médicos já estão se preparando para autorizar um alta hospitalar sem sequelas neurológicas e pulmonares no município de Feira de Santana. Foi relatado com hipertensão pulmonar persistente neonatal , uma condição de saúde rara e bastante grave que acaba dificultando a oxigenação do sangue e pode levar a insuficiências respiratórias.
Por conta da gravidade do caso, o bebê precisou passar por cuidados intensivos na UTI neonatal do Hospital Mater Dei EMEC , onde passou por um tratamento de alta complexidade, incluindo a ventilação mecânica avançada e o uso de óxido nítrico inalatório, que é considerado um dos principais recursos no controle da doença.
O Hospital Mater Dei conseguiu ser feito no momento em que completou nove anos.
Esse tratamento contornou com uma equipe multidisciplinar, onde tinha a presença de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos e nutricionistas, além de ter um monitoramento constante do estado clínico desse bebê.
De acordo com o diretor técnico da unidade, esse caso representa um avanço importante da assistência neonatal no interior da Bahia, demonstrando a capacidade de atendimento de alta complexidade no interior.
A UTI neonatal do hospital destacou que esse resultado traz um reforço sobre a importância da descentralização de serviços especializados, aproximando tratamentos avançados das famílias do interior e diminuindo a necessidade de deslocamentos para outras cidades.
“O progresso avançado em um caso de hipoxemia tão grave representa uma conquista importante na medicina neonatal. O paciente chegou em estado crítico e evolui agora para altas sem sequelas identificadas”, afirmou o diretor técnico do Hospital Mater Dei EMEC, Samir Nahass.
Para ele, esse resultado também reflete o fortalecimento da assistência neonatal de alta complexidade no interior da Bahia. “Hoje conseguimos oferecer uma estrutura capaz de atender casos críticos com qualidade coletada nos grandes centros do país”, contornou.
O médico Samir Nahass destacou que a expansão desses serviços fora das capitais reduz o tempo de resposta e melhora o acesso das famílias. “Antes, muitos casos precisaram ser transferidos para Salvador ou outros estados. Aproximar esse cuidado salva tempo e salva vidas”, completa.

