Com 80 milhões de espécies e entrada gratuita, o museu britânico guarda segredos que vão muito além dos esqueletos gigantes
Se você acha que museu é lugar de coisa parada e empoeirada, o Museu de História Natural de Londres vai mudar sua opinião. Um dos maiores e mais visitados do mundo, ele fica na Exhibition Road, uma rua que por si só já é um passeio cultural, cercada de museus e instituições acadêmicas.
São 80 milhões de espécies catalogadas, divididas em cinco grandes coleções: botânica, entomologia, mineralogia, paleontologia e zoologia. Da menor borboleta ao esqueleto de dinossauro que domina o hall de entrada, tudo ali tem uma história para contar.

A roupa que desafia o fogo Uma das peças que mais chamam atenção dos visitantes é a roupa especial usada por pesquisadores que trabalham em campo vulcânico. O equipamento suporta temperaturas de até 1.000°C — e serve como um lembrete de que ciência, muitas vezes, exige coragem além do laboratório.

Darwin esteve aqui Entre os itens mais historicamente valiosos do museu estão espécies coletadas pelo próprio Charles Darwin durante suas expedições. Ver essas peças de perto é como tocar na história da ciência.
Gratuito e acessível Por ser financiado pelo governo britânico, a entrada é gratuita para a grande maioria das exposições. Algumas mostras temporárias e eventos especiais podem ter ingresso, mas o acervo permanente, que já seria suficiente para horas de visita, está aberto a todos.

Mais do que um museu O espaço também abriga um centro de pesquisa em taxonomia, identificação e conservação, uma biblioteca com manuscritos raros (acessível por agendamento) e uma série de programas educacionais. O museu ainda teve papel fundamental para que a Costa Jurássica de Devon e Dorset fosse reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO. Em 2010, a BBC dedicou uma série de documentários inteiramente ao lugar, e não é difícil entender por quê.
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