A iniciativa, realizada por meio de parceria entre as secretaria estaduais da Educação (SEC) e de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), tem o objetivo de garantir e promover a ressocialização de jovens e adultos privados de liberdade, com ações educacionais de fortalecimento das aprendizagens para a participação em processos seletivos de acesso ao Ensino Superior, como ENEM e vestibulares.
No Conjunto Penal de Barreiras, por exemplo, os internos identificados por S.F.B.C, W.B.L e R.R.M.I alcançaram, respectivamente, as notas 880, 860 e 840 na redação. Já no Conjunto Penal de Itabuna, o interno O.R de S. obteve 620 pontos.
A secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, destacou que a implementação do UPT para pessoas privadas de liberdade representa um avanço significativo na garantia do direito à educação e na promoção da cidadania. “Levá-lo para o sistema prisional significa reconhecer que a educação é um instrumento fundamental de transformação social, capaz de ampliar perspectivas, fortalecer a autoestima e criar oportunidades reais de reinserção social. Estamos falando de pessoas que, muitas vezes, tiveram seus direitos educacionais interrompidos e que encontram, por meio do UPT, a possibilidade concreta de acesso ao Ensino Superior”.
