Flavinha vence nas barras assimétricas e na trave, além de ficar com a prata no solo; Rebeca Andrade também sobe ao pódio duas vezes (Foto: Alexandre Loureiro/COB).
Flávia Saraiva foi o grande destaque brasileiro na etapa de Szombathely, na Hungria, da Copa do Mundo de Ginástica Artística. Flavinha conquistou três medalhas, com dois ouros, nas barras assimétricas e na trave, e uma prata, no solo.
Nas barras assimétricas, Flávia garantiu o ouro com 13,600 pontos, sendo 5,700 de dificuldade e 7,900 de execução. Lorrane Mendonça também chegou à final e ficou perto do pódio, mas terminou na quarta posição, com 13,433 pontos.
Já na trave, Flávia voltou a subir ao lugar mais alto do pódio. A brasileira recebeu 13,766 pontos, com 5,600 de dificuldade e 8,166 de execução. Rebeca Andrade completou a dobradinha brasileira, com a prata e 13,633 pontos, sendo 5,500 de dificuldade e 8,133 de execução. O bronze ficou com a britânica Emily Roper.

No solo, Flávia conquistou mais uma medalha, desta vez de prata. A brasileira somou 13,433 pontos, com 5,400 de dificuldade e 8,033 de execução. O pódio teve ainda outra brasileira: Lorrane Mendonça somou 13,300 pontos e, dessa forma, ficou com o bronze. A estadunidense Dulcy Caylor garantiu a primeira colocação, com 13.466 pontos.
Mais medalhas
Rebeca Andrade foi outra atleta brasileira que garantiu mais de uma medalha na etapa Szombathely. Além da segunda colocação na trave, a brasileira ficou com a prata no salto.
Rebeca executou um Yurchenko que recebeu 14,800 pontos, a maior nota para este salto. Na média das duas tentativas, porém, a brasileira e campeã olímpica do aparelho em Tóquio-2020 terminou com 14,550 pontos. E, com isso, faturou a segunda prata.
Assim, o Brasil encerrou a etapa com seis medalhas entre as provas femininas: três de Flávia Saraiva, duas de Rebeca Andrade e uma de Lorrane Mendonça.


