A ginástica rítmica atualizou suas regras para permitir que as delegações utilizem uma atleta extra em caso de lesão. A mudança busca evitar que um problema físico comprometa toda a apresentação, como aconteceu com o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024.
Na ocasião, durante o aquecimento para a última série, Victória Borges lesionou a panturrilha esquerda e precisou competir machucada. Sem conseguir executar a maioria dos movimentos, a ginasta comprometeu significativamente a nota da equipe. Assim, o Brasil ficou na nona posição geral não conseguiu avançar à final do conjunto, que seleciona os oito melhores países.
A atualização representa uma mudança importante para a modalidade, pois permite que as delegações utilizem uma atleta reserva em caso de lesão durante o exercício. A substituição, entretanto, deve seguir os procedimentos previstos no regulamento.
O Brasil chega ao novo ciclo olímpico em alta. A seleção conquistou a medalha de bronze no conjunto geral do Mundial deste ano e, por isso, garantiu vaga nos Jogos de Los Angeles-2028. Além disso, faturou duas medalhas de ouro nas finais por aparelhos: na série de cinco bolas e na série mista.


