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Caso Orelha: o que ainda falta saber na investigação sobre morte do cão

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A investigação sobre a morte do cão Orelha avança com suspeitos identificados, mas pontos cruciais sobre a dinâmica do crime seguem sem resposta.

O que falta saber
Não há imagens do momento exato da violência contra o animal. A Polícia Civil analisou câmeras e ouviu testemunhas, mas não localizou vídeo que mostre o início do ataque, o que deixa dúvidas sobre a ação.

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A investigação ainda tenta delimitar as responsabilidades individuais dos quatro adolescentes suspeitos. É preciso definir quem iniciou a agressão, quem participou e se houve tentativa de contenção para determinar as medidas socioeducativa.

A perícia nos celulares apreendidos é considerada um dos pontos mais sensíveis do inquérito. A polícia busca mensagens ou imagens que indiquem combinação de versões ou tentativa de ocultar fatos antes ou depois do crime.

Restam dúvidas sobre a real extensão das pressões exercidas sobre testemunhas. Além do indiciamento de três adultos, apura-se se outras pessoas foram intimidadas e se houve orientação direta aos adolescentes sobre o que dizer.

Os adolescentes também são suspeitos de tentar matar outro cachorro, apelidado de Caramelo. Segundo o delegado-geral Ulisses Gabriel, eles teriam tentado afogar o cão na mesma ocasião, mas ele conseguiu escapar.

O caso tramita por vias específicas na Justiça por envolver menores de idade. Ainda não está definido se haverá pedido de internação ou quais medidas do Estatuto da Criança e do Adolescente serão aplicadas.

Repercussão
A morte do cão gera forte mobilização social e protestos em diferentes capitais. O caso domina as redes sociais e o termo “cachorro orelha” chegou ao 5º lugar nas buscas do Google Trends.

O volume de publicações sobre o caso explodiu na internet. Segundo a Nexus, houve 555 mil publicações em menos de 24 horas, com alcance estimado de 83 milhões de impressões.

 

Fonte: UOL

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