O Esporte Clube Bahia vive um momento de definições importantes no setor de criação, e um novo debate começa a ganhar força entre os torcedores: quem deve ser o dono da posição no meio-campo tricolor?
De um lado, temos Erick. O volante, que chegou com o status de um dos atletas que mais atuou pelo Athletico no ano passado, parece ter encontrado seu ritmo ideal em Salvador. Recentemente, ele foi o “herói” do empate contra o São Paulo, marcando o gol decisivo no último lance da partida. Além da efetividade ofensiva, Erick tem entregado uma consistência tática que tem agradado à comissão técnica, mostrando-se uma peça polivalente e fundamental na transição.
Em contrapartida, Caio Alexandre atravessa um período de baixa. Um dos pilares do time em meses anteriores, o camisa 8 tem enfrentado dificuldades para manter o mesmo nível de dominância técnica. Nas últimas partidas, o volante apresentou uma queda estatística e foi substituído precocemente em alguns confrontos, como no empate contra o Santos e na derrota para o Flamengo. A oscilação física e técnica de Caio abre espaço para questionamentos sobre sua manutenção no time titular.
Com Erick pedindo passagem após atuações decisivas e Caio Alexandre lutando para reencontrar seu melhor futebol, a pergunta que fica para a torcida é: Rogério Ceni deve manter a hierarquia e dar tempo para Caio se recuperar, ou o momento iluminado de Erick exige sua titularidade imediata?

