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Novo caso de febre amarela é confirmado em cidade do interior de São Paulo

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Foi confirmado pelo estado de São Paulo mais um caso de febre amarela em 2026. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, o paciente é um homem de 55 anos, morador de Lagoinha, no Vale do Paraíba. Segundo as informações divulgadas, ele não havia sido vacinado contra a doença.

Com a nova confirmação, São Paulo contabiliza 11 casos da enfermidade até esse momento em 2026, dos quais seis evoluíram para óbito. A região do Vale do Paraíba concentra a maior parte das ocorrências, com nove registros e cinco mortes. Segundo as autoridades de saúde, nenhum dos pacientes diagnosticados possuía histórico de vacinação.

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Por conta desse cenário, a Secretaria da Saúde reforçou a importância da imunização como principal forma de prevenção. A vacina contra a febre amarela está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e é indicada para toda a população que ainda não recebeu a dose.

Quem deve se vacinar

A orientação é que a vacinação seja realizada com antecedência mínima de dez dias antes de viagens para áreas de mata ou locais onde há circulação do vírus.

O esquema vacinal prevê que seja aplicada uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos para crianças. Para as pessoas com idades entre 5 e 59 anos que nunca receberam a vacina devem tomar uma dose única. Já quem recebeu apenas uma dose antes dos 5 anos necessita receber o reforço. As pessoas imunizadas com a dose fracionada que foi aplicada durante campanhas emergenciais também devem verificar se há necessidade de atualização da caderneta.

Entenda a doença

A febre amarela é uma doença viral que é transmitida pela picada de mosquitos silvestres infectados. A enfermidade não é transmitida de uma pessoa para outra. Entre os principais sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça intensa, calafrios, dores musculares, fadiga, náuseas e vômitos.

Segundo as autoridades sanitárias, eles alertam para a importância de comunicar aos órgãos de saúde a ocorrência de macacos mortos encontrados em áreas de mata, já que esses animais podem indicar a circulação do vírus na região.

Atualmente, o Brasil adota o esquema vacinal de dose única ao longo da vida, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 

Foto: Reprodução/ Rovena Rosa – Agência Brasil

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