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Independência e autonomia: quando o idoso precisa de ajuda

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Por Elane Varjão

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Estudos atestam que a população brasileira está mais longeva. Mas é bom atentar que, com o avançar da idade, os idosos vão perdendo suas funções laborativas, cognitivas e locomotoras. O envelhecimento traz essa condição e os familiares precisam ajudar nesse processo transitório da vida.

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A médica geriatra Lílian Carvalho afirma que no Brasil não existe a cultura e a tradição de deixar os idosos ativos por mais tempo. “Como muitas vezes não há um planejamento para a aposentadoria, muitos idosos acabam ficando ociosos no lar”, afirma. Sem fazer atividade física, eles trocam a massa muscular por gordura, e ficam com mais dificuldade de se locomover dentro do seu ambiente, segundo a médica. “No aspecto cognitivo também há um prejuízo por conta do uso demasiado de celulares e tablets que diminuem a interação social”, acrescenta Lílian.

Com o decorrer do tempo, os idosos têm perda da capacidade física e cognitiva, o que resulta nas dificuldades de tomar decisões e de fazer discernimento correto do que é certo e errado.

Os idosos devem ser periodicamente avaliados e que as intervenções com profissionais especializados propiciem maior independência e qualidade de vida. “Na geriatria há trabalhos preventivos para que o idoso recupere sua autonomia”, conclui Lílian.

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