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Viver Salvador Terreiros leva serviços públicos a comunidade de terreiro em Luiz Anselmo

Publicado em 05/10/2026 às 09:56

A Prefeitura de Salvador realizou, na sexta-feira (2), a terceira edição do Viver Salvador Terreiros, no Centro Umbandista Paz e Justiça, no bairro de Luiz Anselmo. A ação reuniu uma série de serviços públicos municipais e aproximou moradores e integrantes da comunidade de atendimentos em áreas como saúde, assistência social, empregabilidade, qualificação profissional, empreendedorismo, sustentabilidade, cultura e lazer.

Coordenado pela Vice-Prefeitura de Salvador e pela Secretaria Municipal da Reparação (Semur), o projeto tem como proposta ampliar o acesso das comunidades de terreiro às políticas públicas e fortalecer o diálogo entre o poder público e esses espaços.

Serviços mais próximos das comunidades

A iniciativa busca levar os serviços municipais diretamente aos terreiros, considerando as especificidades dos povos e comunidades tradicionais. Além da oferta de atendimentos, a ação também pretende criar um canal de escuta para identificar demandas e necessidades dessas comunidades.

Durante a atividade, o pai Raimundo de Xangô, pai de santo do Centro Umbandista Paz e Justiça, acompanhou a programação, que ocorreu ao longo de todo o dia.

Segundo a vice-prefeita Ana Paula Matos, a proposta é manter uma relação mais próxima e permanente com as comunidades de terreiro.

“Estamos trazendo os serviços da Prefeitura para dentro desses espaços, mas também estamos aqui para ouvir, acolher e compreender suas necessidades.”

Ana Paula também destacou o papel dos terreiros na preservação da cultura afro-brasileira e da ancestralidade.

“Os terreiros são espaços de fé, resistência, cuidado, cultura e preservação da nossa ancestralidade. É dever do poder público reconhecer essa importância e garantir que as políticas públicas cheguem a essas comunidades com respeito e de forma permanente.”

Terceira edição

O Viver Salvador Terreiros faz parte da estratégia da gestão municipal de ampliar o acesso das comunidades tradicionais às políticas públicas e estabelecer uma relação mais próxima com os terreiros da capital.

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A primeira edição foi realizada no Ilê Axé Oxumaré, na Federação. A segunda aconteceu no Ilê Axé Opô Afonjá, em São Gonçalo do Retiro. Com a terceira edição, realizada no Centro Umbandista Paz e Justiça, o projeto amplia a circulação da iniciativa por diferentes espaços de terreiro de Salvador.

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