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Fiocruz vai produzir medicamento de alto custo para esclerose no SUS

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)  vai passar a produzir aqui no Brasil o medicamento “Cladribina Oral”, esse medicamento já vinha sendo distribuído pelo SUS aos pacientes que estão em tratamento por conta da Esclerose Múltipla. 

 

Com o medicamento passando a ser produzido no país, a expectativa é de que aconteça uma redução nos custos de aquisição além de uma ampliação do acesso ao tratamento para pacientes da rede pública.

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O medicamento,  que é mais conhecido comercialmente como Mavenclad, é indicado principalmente para casos de esclerose múltipla remitente-recorrente com alta atividade, quando os pacientes acabam tendo surtos frequentes ou uma rápida progressão da doença.

O custo do tratamento pode custar atualmente, cerca de R$140 mil por paciente ao longo de cinco anos. No Brasil, existem milhares de pessoas que convivem com a doença, sendo uma parcela com quadro mais agressivo.

Sobre a esclerose

A esclerose múltipla é uma condição crônica que acaba afetando o sistema nervoso central e pode chegar a provocar sintomas como perda de mobilidade, alterações visuais e comprometimentos neurológicos variados.

A produção nacional irá acontecer através de uma parceria entre a Fiocruz, a farmacêutica responsável pelo medicamento e uma indústria química brasileira, tudo isso dentro de uma estratégia de fortalecimento da produção de medicamentos no país.

Além de ampliar o acesso, a iniciativa busca reduzir a dependência de importações e reforçar a capacidade do SUS em ofertar terapias de alto custo.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Foto: Reprodução/ Marcello Casal Jr: Agência Brasil

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