Educação

Escolas recebem novas regras do CNE para o uso de IA

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Publicado em 12/09/2026 às 14:53

 

Instituições de ensino terão prazo de 12 meses para se adequarem às novas diretrizes acerca das Inteligências artificiais

 

O Conselho Nacional de Educação (CNE), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), divulgou, no dia 1º de setembro, novas diretrizes para as escolas, incluindo a proibição do uso de Inteligência Artificial na correção de provas dissertativas e na atribuição de notas. O órgão é responsável pelas regulamentações e normatizações das políticas educacionais no Brasil.

Após a definição de quatro níveis de risco das IAs nessa área, o CNE afirma que a correção de provas e a avaliação de questões escritas estão no último nível, o que significa risco excessivo, sendo necessária a proibição do uso da ferramenta.

“A tecnologia não pode substituir o professor em sala, mas sim auxiliar na personalização do ensino, no acesso a conteúdos e no acompanhamento do desempenho”, destacam as diretrizes.

Seu uso no preparo de materiais

Apesar disso, a utilização dessa tecnologia não deve ser descartada, possibilitando ao educador utilizá-la para aprimorar seu trabalho no planejamento de aulas e na organização de recursos. Em uma pesquisa da Fundação Itaú, em parceria com o Equidade.Info, é revelado que 76% dos professores utilizam a IA na criação de materiais pedagógicos.

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Com a publicação dessas regras no Diário Oficial da União, com a homologação do MEC, as instituições de ensino terão 12 meses para passarem a segui-las.

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